Ilustração digital sobre acessibilidade nos sites. Uma mulher em uma cadeira de rodas segura um tablet enquanto sorri, com um fundo que destaca grandes ícones relacionados à acessibilidade: um símbolo de cadeira de rodas em uma tela de computador, um símbolo de visão cortada em um tablet e um símbolo de audição em um smartphone. As cores predominantes são tons de verde e cinza, representando inclusão e tecnologia acessível.

Garantir que seu site seja acessível não é apenas uma questão de inclusão, mas uma estratégia poderosa para expandir seu público e aumentar suas conversões. Além de atender a normas legais, você oferece uma experiência digital que respeita e valoriza todos os usuários, incluindo aqueles com deficiência. Pronto para transformar seu site em uma referência em acessibilidade? Veja as 10 práticas indispensáveis para conseguir acessibilidade nos sites!

1. Utilize textos alternativos para imagens para melhorar a acessbilidade nos sites

Você sabia que pessoas com deficiência visual dependem de leitores de tela para navegar pela web? Esses dispositivos transformam textos em áudio, mas não conseguem interpretar imagens. Por isso, adicionar descrições ao atributo ALT das imagens é essencial.

  • Exemplo: Em vez de “imagem1.jpg”, prefira algo como “homem em cadeira de rodas usando laptop”.
  • Dica: Evite longas descrições; seja claro e objetivo.

Ao implementar essa prática, você garante que a mensagem transmitida pelas imagens seja acessível para todos.

2. Certifique-se de que todo conteúdo seja navegável pelo teclado

Pessoas com deficiência motora frequentemente utilizam o teclado para navegar. Portanto, certifique-se de que cada botão, link e campo do site funcione sem a necessidade do mouse.

  • Use a tecla TAB para testar a navegação do seu site.
  • Verifique se há foco visível em cada elemento interativo.

Essa prática melhora a usabilidade para muitos usuários e reforça a acessibilidade.

3. Escolha combinações de cores acessíveis

Cores vibrantes podem atrair atenção, mas sem o contraste correto, podem dificultar a leitura. Garanta que textos, botões e outros elementos sejam visíveis mesmo para pessoas com deficiência visual ou daltonismo.

  • Ferramentas úteis: Contrast Checker ou Lighthouse.
  • Exemplo: Prefira um texto branco sobre um fundo azul escuro em vez de cinza claro.

O contraste adequado é um pequeno ajuste que faz toda a diferença.

4. Ofereça a possibilidade de redimensionar textos

Nem todos têm a mesma acuidade visual. Permitir que usuários ampliem os textos sem quebrar o layout do site é um diferencial importante.

  • Use unidades de medida relativas (como “em” ou “%”) em vez de fixas (como “px”) no CSS.
  • Teste no navegador: aumente o zoom para 200% e verifique a integridade do design.

Com essa prática, você facilita o acesso ao conteúdo para todos.

5. Estruture o conteúdo com cabeçalhos semânticos

A organização do conteúdo em títulos hierárquicos (H1, H2, H3) é fundamental para ajudar usuários e ferramentas assistivas a entenderem a estrutura da página.

  • H1: Título principal da página.
  • H2 e H3: Subtítulos organizados em ordem lógica.

Essa prática não apenas melhora a acessibilidade, mas também beneficia o SEO do site.

Duas pessoas em um escritório colaborando sobre acessibilidade nos sites. Uma mulher, vestida de roxo, segura uma paleta de cores enquanto um homem de óculos, com um suéter azul, aponta para uma das cores na paleta. Ao fundo, há um ambiente de trabalho iluminado, com mesas, cadeiras e uma tela de computador exibindo uma imagem colorida. A cena transmite um momento de trabalho conjunto focado em design e inclusão digital.

6. Insira legendas e transcrições em conteúdos audiovisuais

Pessoas com deficiência auditiva enfrentam barreiras em conteúdos sem legendas ou transcrições. Adicionar esses recursos garante que todos possam consumir seus vídeos e áudios.

  • Ferramentas recomendadas: Otter.ai para transcrições e YouTube Studio para legendas automáticas (com ajustes manuais).

Legendas não só tornam o conteúdo acessível, mas também aumentam o engajamento geral.

7. Evite o uso de elementos que piscam ou se movem rapidamente

Animações podem parecer atrativas, mas também podem ser perigosas para pessoas com epilepsia fotossensível.

  • Use transições suaves e evite efeitos de flash.
  • Dica: Adicione a opção de pausar animações no site.

Essa prática também beneficia usuários que preferem uma navegação mais calma e menos visualmente intensa.

8. Ofereça feedbacks visuais e sonoros em formulários

Erros em formulários são comuns, mas podem ser frustrantes para usuários com deficiência. Garanta que os feedbacks sejam claros e acessíveis.

  • Exemplos: Mensagens em vermelho com ícones ou alertas sonoros.
  • Dica: Sempre use texto para explicar o erro, como “Preencha este campo obrigatório”.

Isso reduz a taxa de abandono e melhora a experiência geral.

9. Faça testes regulares com ferramentas de acessibilidade

Manter a acessibilidade não é tarefa única. Testes regulares ajudam a identificar problemas antes que impactem os usuários.

  • Ferramentas úteis: Lighthouse, AXE e Wave.
  • Realize testes manuais com tecnologias assistivas, como leitores de tela (NVDA ou JAWS).

A avaliação contínua garante que seu site permaneça inclusivo.

10. Construa uma política de acessibilidade digital

Empresas que documentam suas práticas de acessibilidade demonstram comprometimento com a inclusão.

  • Inclua treinamentos para sua equipe.
  • Compartilhe publicamente as medidas adotadas no site.

Inspirar confiança e respeito pode atrair mais clientes e parceiros.

Ao adotar essas práticas, você não só melhora a experiência de navegação, mas também fortalece a reputação do seu negócio. A acessibilidade não é apenas uma tendência, é um compromisso com um futuro digital mais justo e inclusivo.

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